quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
de longe, aqui dentro
Num corpo que se move impulsivamente, as entranhas mexem-me numa lentidão contrastante. O oposto seria o óptimo. Mas não, obviamente que não. Entranhas estranhas estas que não acham agilidade em si mesmas se não existir um objectivo para o qual todos os dias trabalhem. Esse é o grande problema. O que agora nos rodeia (ou seja, ao qual assistimos de relativamente longe) provoca ou sofrimento agudo ou apatia, sendo esta essencial para o mundo não parar e morrer de dor. E, procurando bem, parece-me ser este o motivo pelo qual os objectivos sérios escasseiam nas almas neste ambiente educadas. Já está instalado um tão feio modo de funcionar, adorado pelo poder, que a impotência que em nós existe trama-nos por completo a vida. E assim as minhas entranhas se mexem vagarosamente à espera de alguma coisa. Ai, que apatia a minha, desde quase sempre! Onde em mim fui eu encontrar isto? Onde em mim posso eu mudar isto? Conversem, entranhas. Conversem e depois informem-me do que descobrirem. Eu farei o possível para que o vosso diálogo seja possível, a sério.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
-Choca, mano.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
A Ciência e a Fé
Qualquer cientista, ou pessoa que se dedica ao estudo do que é natural, tem aqueles momentos de maravilha e fascínio quando descobre algo interessante nos complexos sistemas orgânicos e não só. A quem será que essas pessoas atribuem a criação de tais coisas? De onde, de onde? Que inteligência pode ter criado tudo isto de forma tão perfeita? Surgiu do acaso? Foi o acaso que reuniu as condições para toda esta diversidade viver neste planeta? É por acaso que o nosso planeta tem atmosfera? O oxigénio abunda, as plantas, através da fotossíntese, dão-nos oxigénio, necessário à nossa sobrevivência. Que grande coincidência! As condições à nossa simples existência são tantas e é preciso tanta minúcia que eu não posso crer que tudo isto seja fruto do acaso. E se fosse apenas a espécie humana! Não, são tantos os seres vivos que habitam este planeta! São tantas os planetas! E, mais impressionante ainda é a forma como tudo funciona, as leis naturais são harmoniosas, mecânicas, conferem estabilidade ao que existe. Acho que é tudo tão intuitivo e natural que se pensa não ser nada de especial. Claro, nós já nascemos aqui, com tudo criado em prol do nosso bem-estar. Talvez as catástrofes naturais venham nos lembrar que existe uma inteligência maior que criou aquilo de que usufruimos e que, assim sendo, devemos gratidão em forma de boas obras.
É para mim surpreendente que a ciência seja antónimo de fé no senso geral. A Ciência devia ser, sim, o fundamento da Fé e não o seu oponente! Sinto realmente fortes picadelas aqui dentro dado o meu inconformismo. É aquilo que falta à nossa Humanidade: o despertar de uma fé raciocinada, moral! AMOR!